segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Vai uma culpa aí???


Me desculpem, mas sem culpa não existiria a vida social, ao menos segundo a viagem da humanidade pela rota de Adão e (a culpada da) Eva com a maça e aquela coisa toda…
A culpa emocional nasce e é gestada internamente no meu pensamento, apenas nele. Ela, a culpa, cresce e se fortalece na medida em que a alimento com meu pensamento, obtendo novas informações que vem do meu pensamento, embasadas em fatos que o meu pensamento cria e valida. A causa é aleatória, mas pode ser dirigida a algo ou alguém que invariavelmente não sabe nada sobre o que me incomoda. Mas essa pessoa é culpada, inclusive por isso!
Eu me culpo pelo que fiz, pelo que não fiz, pelo que não farei e te culpo por tudo isso e, ainda, por tudo que não fizestes, não me faz e não me farás.
Enfim, culpa faz parte do dia a dia emocional, sentimental e digestivo (o lance da maça, mas também pode ser pela gula no último final de semana…). Culpa é um tempero bem interessante na vida, mas evite usar junto ao sal pois a pressão sanguínea pode não suportar… e não harmoniza com nenhum vinho ou cerveja!

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