Me
desculpem, mas sem culpa não existiria a vida social, ao menos
segundo a viagem da humanidade
pela rota de Adão e (a culpada da) Eva com a maça e aquela coisa
toda…
A
culpa emocional nasce e é gestada internamente no meu pensamento,
apenas nele. Ela, a culpa, cresce e se fortalece na medida em que a
alimento com meu pensamento, obtendo novas informações que vem do
meu pensamento, embasadas em fatos que o meu pensamento cria e
valida. A causa é aleatória, mas pode ser dirigida a algo ou alguém
que invariavelmente não sabe nada sobre o que me incomoda. Mas essa
pessoa é culpada, inclusive por isso!
Eu
me culpo pelo que fiz, pelo que não fiz, pelo que não farei e te
culpo por tudo isso e, ainda, por tudo que não fizestes, não me faz
e não me farás.
Enfim,
culpa faz parte do dia a dia emocional, sentimental e digestivo (o
lance da maça, mas também pode ser pela gula no último final de
semana…). Culpa
é um tempero bem interessante na vida, mas evite usar junto ao sal
pois a pressão sanguínea pode não suportar… e não harmoniza com
nenhum vinho ou cerveja!
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