quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Amar ao próximo é fácil… quero ver amar a si mesmo!

Tecnicamente o principio do “amar ao próximo como a si mesmo” seria a universalidade desse sentimento, mas o problema está no que a mente consegue entender desta expressão. A mente não entende o amor como um sentimento, pois a mente vê o amor exatamente como ele é aplicado em nosso mundo: um desejo a ser satisfeito; aquilo que precisa ser conquistado; algo a ser possuído. Ela, a mente, entende e executa permanentemente o comando “amar a si mesmo”, pois trata da satisfação daquilo que queremos ou desejamos e isso tem lógica.
Buscamos o amor como um conceito de plenitude que seria sentido através do coração, mas a mente sabe que isso não é possível. Os sentimentos são por si só inertes. Os sentimentos são reagentes as emoções que as situações da vida nos causam.  A mente processa todas as informações existentes, perceptíveis ou não, conscientes ou não, e sabe o resultado: não é possível o amor ser pleno em nosso mundo, isso não tem lógica.
Então o desejo de “amar ao próximo como a si mesmo” é algo que não faremos, não nesse mundo, não nesse tempo.
Ame-se que já está muito bom!

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