Respirar é
um dos inúmeros processos automáticos que o nosso corpo executa
para nos manter em plena atividade ou sob outro foco é a prova de
que estamos vivos. Você não se prepara para respirar, tampouco se
concentra para isso, simplesmente respira. Muitos outros processos
fisiológicos são executados assim da mesma forma espontânea e tudo
isso porque a gestão
do corpo
sabe sobre a necessidade
deles e repete-os sem avaliar, sem questionar, sem um comando
especifico. É vital e natural, salvo algum distúrbio genético ou
sequela.
Ler,
cozinhar, dirigir, entre tantas outras coisas, precisaram ser
ensinadas para a mente. O “curso” é intensivo para que cada
parte do corpo que esteja envolvida faça alguma coisa especifica,
por exemplo: a contração dos nervos e músculos de todo o braço e
mão no exato momento de mudar a página de um livro. Isso é
automatizado para que você não precise enviar um comando especifico
para cada músculo e cada nervo toda vez que estiver lendo. Estas
novas tarefas também serão repetidas de maneira espontânea sempre
que necessárias. Para tanto, basta apenas à intenção de ler o
livro e todo resto será executado de forma instintiva, pois sua
consciência já aprendeu sobre isso. Faça um exercício e descreva
quantos movimentos são necessários para pegar o livro e virar a
página, pense em tudo a partir do ponto onde você está (lendo este
artigo) até onde está o livro. Garanto que será um espanto.
Estas são
as coisas boas que nossa mente aprende, mas existem outras
infelizmente, muitas outras de outros tipos.
Bilhões de
pessoas hoje estão executando o básico em suas vidas. Estão
vivendo numa rotina insatisfatória e estressante, com breves
momentos de alegria que entrecortam longos períodos de melancolia e
angústia. Vivem pela busca de algo, mas imersos na aflição fluente
e abundante. Você mesmo pode ter alguma coisa neste momento que
atormenta sua existência, vou usar só dois exemplos que são a
maioria dos casos: a falta de dinheiro ou problema nos
relacionamentos (amorosos, familiares, profissionais). Ambos e
praticamente todos os outros dramas que criamos para nossas vidas são
frutos de apenas um fator: o Eu ausente! Uma parte muito
significativa da minha própria personalidade preparou este logro
indigesto. A minha própria mente, adaptada a mente da sociedade, é
insuflada a sentir
falta e buscar
incessantemente “algo” que sempre estará fora da nossa imediata
disponibilidade.
O que está
sempre disponível é um único fator: o Eu presente!
Pergunto:
Quando você treinou sua mente a buscar incessantemente algo? Quanto
você treinou sua mente a sentir falta de alguma coisa? E o
principal: Por que você treinou sua mente a ser infeliz?
Estas
respostas não passam pelo pensamento. Se você pensou que ao
resolver as questões acima o dinheiro vai fluir na sua conta no
banco ou aquelas pessoas que você quer que estejam próximas de você
atendendo seus desejos farão isto, eu sugiro que nem perca seu
tempo, pois a sua infelicidade só fará aumentar. O Eu presente é
uma consciência plena que não necessita de nada, não busca nada,
não sente falta de nada. Está pleno, completo e ligado diretamente
na consciência do universo.
Aprender é
uma tarefa única. Ninguém aprende ou aprenderá por você. Estamos
sujeito a inúmeras e infindáveis distrações, por isso eu
desenvolvi um programa de coaching
que pode facilitar o caminho. O
programa é fruto da minha
busca que
começou quando percebi de forma clara as distrações e, assim,
começaram a chegar informações, mudanças,
transformações
a cada momento e sobre as quais eu também estou aprendendo. Caso
esteja na sua hora me escreva e vamos conversar sobre isso
tudo e muito mais.
Saliento e
esclareço que: o processo tem a sua própria velocidade; voltar é
complicado; o resultado pode ser inesperado; não existe algo a
alcançar; a liberdade tem um preço… e tudo vale a pena!