quinta-feira, 28 de julho de 2016

Desisti de nunca desistir


Desistir é uma ação essencial para manter a alegria! 
Entre tantas coisas a aprender e praticar incluí o desistir como sendo uma das fundamentais para uma boa vida.
Desisti das azeitonas pretas e dos pimentões verdes há algum tempo, pois me fazem mal à digestão. Desisti de algumas atividades profissionais que desempenhei, pois também me fizeram mal a digestão. Desisti de coisas, muitas coisas. Desisti de tentar mudar as pessoas, mudei eu por ser lógico e simples. Desisti de cachorro de estimação!  
Desistir de tudo isso me chateou, doeu e até machucou de certa forma, mas sem problemas maiores. Passou, não morri, é passado!
Estou, agora, naquela que penso ser a última etapa para viver bem: desistir de pessoas! Desistir de pessoas pesadas, cansadas, melancólicas e, principalmente, complicadas é fundamental para minha saúde.
Então agora é oficial: eu desisto de pessoas complicadas! 
 

domingo, 24 de julho de 2016

Domingo sem folga


Emoções confusas: quando digo sim querendo dizer não; quando digo não querendo dizer sim; ou quando é apenas uma grande salada com sobras de sentimentos!
Passei uma boa parte da vida em turbulência com as emoções. Na maioria das ocasiões elas, as emoções, eram contraditórias com o que poderia ou deveria fazer relativo ao fato ou ao sentimento que deu origem. Em cada momento um fato ou sentimento pode necessitar uma ação, interação ou até uma inação.
As emoções turvam a possibilidade de encontrar alternativas e ainda podem ofuscar uma situação que mudou com o tempo.
Entender que a emoção não é o sentimento é um passo importante para não dar atenção nem ao sentimento, num próximo passo.
Será que emoções confusas atrapalham a experiência da vida?
Lembrei disso porque o domingo tem a capacidade de conceber uma série de complexas emoções…

sábado, 23 de julho de 2016

A verdade seria emocionante...


A verdade não será alcançada em palavras ditas ou escritas, tampouco em discursos, entrevistas ou conversas. 
Não encontro a verdade no mundo em que vivo, pois vivo num mundo onde tudo é fruto do pensamento. 
Posso (e faço) pensar uma coisa e falar outra totalmente diferente e isso nem pode ser classificado como mentira direta.
Mentir é algo bem humano, mundano até. Todos mentem em algum momento e por algum motivo e não importa qual. 
Eu minto quando necessário! Mas a pior mentira é aquela dita a si próprio...
Quando eu minto para mim eu me distraio e também me destruo, pois ao mentir para mim eu deixo de ser eu para ser um personagem numa história ou evento que criei e, quantos mais forem os personagens, menos eu existo e, ainda pior, eu deixo de acreditar no que deve ser mais importante: eu mesmo, agora!
Ser verdadeiro no convívio social é impraticável, infelizmente. As vezes é divertido em outras é chocante. Apavorante. Emocionante.

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Ainda o casamento

Viver em dupla como sendo um só é algo mais filosófico do que prático…
Quando duas pessoas se juntam para conviver é necessário e imprescindível que desistam de tudo que existia antes disso!
E o desistir não é metafórico é real. Tudo que não possa ser falado, planejado, construído ou vivido em conjunto irá atrapalhar. E vai atrapalhar muito, muito mesmo!
Feito isso é hora de ajustar os ponteiros e ver como será possível misturar os dois mundos. Sim, numa dupla existem dois diferentes mundos em rota de colisão e evitar a catástrofe iminente é responsabilidade de ambos.
Para o negócio dar certo, sem uma explosão nuclear, é preciso misturar as coisas de forma simples, objetiva e direta, pois da mesma forma que para preparar um refresco em pó com água gelada tem que agitar bastante e mexer o tempo todo mantendo agradável o sabor, será assim a vida do outrora ambos e agora dupla.
Simplificando: pense uma vida em dupla, independente da idade em que ela começa, como sendo uma criança que precisa aprender tudo para em algum dia, num futuro distante, ter a capacidade de fazer o que quiser sozinha.
Assim é uma vida em dupla e será possível voltar a ter individualidade novamente quando ambos amadurecerem e não mais cometerem os erros típicos de uma criança!
Também ajuda: Ouvir e sempre falar! Fazer! Compartilhar! Demonstrar! Comprometer!

Ah, o amor!


O amor é algo natural ou apenas uma obsessão? é permanente ou apenas por ocasião?
O que envolve o amar é tranquilo ou uma grande confusão? é sentir ou é ainda mais?
O amor é o que sinto pela família bem próxima? pela família mais distante? pelos amigos? por quem agora me interessa?
O amor é o que sinto pela humanidade desde que me deixe passar na frente, me atenda, me dê, não me cobre, não me peça, não me roube, não me incomode?
É possível possuir o amor? o amor é uma condição ou condicional?
Se existe mais de um tipo ainda seria o mesmo? posso escolher? posso negar? posso ter hoje e não amanhã? posso esperar ou devo continuar?
O amor existe para ser sentido ou não é um sentimento? posso amar ou não amar?
Eu posso ser o amor ou não?
Se tudo isso falhar, não acontecer ou não fizer sentido… será que eu sou o amor?

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Felicidade, felicidade


Felicidade é por demais complexo para ser experienciado por pessoas adultas!
A felicidade requer um estado de alegria natural que só uma criança pode alcançar. A felicidade é como um produto de solução instantânea, aqueles do tipo que vem com a seguinte instrução: acrescente água quente, misture para dissolver, sirva e consuma! Só as crianças topam isso!
Um adulto precisa elaborar um processo para que isso aconteça, mais ou menos assim: 
a) aquecer a água até um pouco antes da fervura; 
b) preparar uma xícara de porcelana levemente aquecida para servir; 
c) usar um mixer para misturar de forma homogênea; 
d) avaliar quantas calorias; 
e) tirar uma foto e postar (em alguma rede social), aguardando curtidas e comentários, respondendo as mensagens e rindo muito; 
f) jogar fora o produto porque esta coisa fria nem cachorro consome.
A felicidade é simples, mas só serve para crianças ou para quem quiser… consumir ainda quente!

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Para onde vou


O caminho que eu agora sigo ainda não está construído ou disponível!
Pouco existe para que eu possa aproveitar, porque o que está pronto tem muita sombra e pouca luz.
Não me deixo conduzir por ninguém, pois a época do silêncio ficou junto ao passado sem consciência do que posso fazer. Não há pressão, pois não tenho um modelo ou padrão a seguir. 
Minhas habilidades e capacidades desenvolvidas estão a pleno e totalmente a meu serviço. 
O que faço o faço por mim e por todos que também o fizerem por si.
Vejo de forma clara. Ouço com atenção. Sigo.

terça-feira, 12 de julho de 2016

O preço do desinteresse


O preço que eu estou pagando pelos tantos anos em que não dei importância aos assuntos que giram na vida politica é muito, muito alto. Mas estou fazendo ajustes para diminuir essa conta e o tempo perdido.
Não sinto prazer nessa tarefa!
Nunca me interessei, porque acreditava que os assuntos políticos eram tão inferiores aos meus interesses e, sendo assim, não fazia diferença quem tocasse o barco.
Errei, e errei feio!
Partindo da expressão “é preciso fazer alguma coisa diferente para ter um resultado novo”, começo por aqui e friso o fazer.