À
mudança mais
caricata que
observo e
observei em mim e
também
nas personalidades que são seguidores, que
são trabalhadoras da luz e para a luz, é a presença de uma forte
personalidade, de um ego muito, mas muito forte,
marcante mesmo.
Para
mim não é difícil viver com isso, pois
eu demorei para me observar, para começar a me observar e até para entender
isto, mas é evidente que a luz precisou que os seus trabalhadores fossem pessoas, humanos que tinham a convicção e uma sólida dúvida sobre quem são e
o que são.
Não
é possível construir de
fora do contexto humano essa dúvida. Para isso
é necessário uma base, é necessário que a
personalidade humana, o ego,
tenha se formado e com muita clareza, com muita substância, sem certezas porque assim fica muito mais fácil para mudar. Assim
que
atribuída a busca, ela
surge com maior intensidade, emerge
como uma chama, desponta
como um fogo aterrador pra quem percebia
e sentia
que nem tudo estava presente, que
faltava alguma coisa, que
alguma coisa mais
ainda
era necessária
para que a personalidade pudesse evoluir.
E
a evolução, conforme eu vivi,
conforme muitos apreenderam,
a evolução é muito diferente do que a gente pensava. A
evolução
é bem diferente,
ela
é isenta de conceitos. A
evolução não é evoluir a personalidade. A evolução não é saber. A evolução
é viver a experiencia humana, viver a condição de humildade imposta
a um corpo frágil. A evolução é não fingir ser o que se é, e
nem ser o que se finge. Viver humano, ser humano e ser tudo, sem ser
nada.
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