O elemento inovador em qualquer
ponto sempre será o óbvio. Não existe caminho mais longo para solucionar um
problema ou situação que pular a primeira solução óbvia. A escolha certa mudará
sempre seguindo o seu novo ponto de vista, sob a influência de um novo
conhecimento. Qualquer caminho que não seja óbvio não será lógico e estará mais
distante do resultado esperado.
Existem muitas formas de nos
distanciarmos daquilo que devemos escolher como ponto de convergência numa
simples escolha. Aliás nenhuma alternativa será fácil o suficiente para que
possamos ser diretos, pois estamos ainda aprendendo a conviver com a
simplificação e a simplicidade de tudo, e só depois disso estaremos aptos a conviver
com aquilo que supostamente será mais complexo e que hoje nem percebemos sua coexistência
e interação no cotidiano.
Nossa atenção é distraída constantemente,
nos empurrando em uma direção onde os pontos de ligação não são harmoniosos. Nossa
compreensão, desta forma fica sempre limitada aquilo que nos distrai e não
aquilo que se mostraria harmônico. Os primeiros sinais de hesitação em seguir o
caminho da distração nos atemorizam e congelam, criando uma sequência de
movimentos de autoproteção desnecessários e conflitantes com a proposta de
harmonia recebida.
Os parágrafos anteriores
apresentam o conceito da teoria da obviedade. Esse conteúdo que proponho nesse
momento é essencialmente uma saída lógica e óbvia que resolve as dúvidas e
dissolve as alternativas não harmônicas, pela simples aproximação com o sentido
de algo verdadeiro e simples.
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