Viver em dupla como sendo um só é algo mais filosófico do que prático…
Quando duas pessoas se juntam para conviver é necessário e imprescindível que desistam de tudo que existia antes disso!
E o desistir não é metafórico é real. Tudo que não possa ser falado, planejado, construído ou vivido em conjunto irá atrapalhar. E vai atrapalhar muito, muito mesmo!
Feito isso é hora de ajustar os ponteiros e ver como será possível misturar os dois mundos. Sim, numa dupla existem dois diferentes mundos em rota de colisão e evitar a catástrofe iminente é responsabilidade de ambos.
Para o negócio dar certo, sem uma explosão nuclear, é preciso misturar as coisas de forma simples, objetiva e direta, pois da mesma forma que para preparar um refresco em pó com água gelada tem que agitar bastante e mexer o tempo todo mantendo agradável o sabor, será assim a vida do outrora ambos e agora dupla.
Simplificando: pense uma vida em dupla, independente da idade em que ela começa, como sendo uma criança que precisa aprender tudo para em algum dia, num futuro distante, ter a capacidade de fazer o que quiser sozinha.
Assim é uma vida em dupla e será possível voltar a ter individualidade novamente quando ambos amadurecerem e não mais cometerem os erros típicos de uma criança!
Também ajuda: Ouvir e sempre falar! Fazer! Compartilhar! Demonstrar! Comprometer!
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